MEDITAÇÃO, O ÓCIO CONTEMPLATIVO – 4A PARTE: O DESAFIO DA MENTE

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Meditação-2-menor-1-1024x683 MEDITAÇÃO, O ÓCIO CONTEMPLATIVO – 4A PARTE: O DESAFIO DA MENTE

Porém, através do tempo, alguns, entre os milhares de milhares da nossa espécie, determinaram-se a tentar descobrir um mapa que os levasse desta condição conflitiva original para outra de compreensão e liberdade.

Nesse processo, perceberam a existência de um instrumento largamente utilizado por nós, o que mais nos diferencia das outras espécies, e que é o principal responsável pela condição humana: a mente. Apesar de deificada por muitos que visam desenvolvê-la, na verdade, ela é apenas um dos atributos da consciência, utilizada principalmente para nos comunicarmos verbalmente, além de adicionar dados, já que a memória é um dos subprodutos da mente, assim como o raciocínio.

Compulsiva, a mente, por seu tráfego incessante e ruidoso, não nos permite ver além dela, da mesma forma que não podemos contemplar nossa face em um espelho, se ele estiver empoeirado.

Esse fluxo, aparentemente incontrolável, de desejos, pensamentos, lembranças e ambições, está sempre aí, dia após dia, mês após mês, ano após ano.

Nesse processo de mapeamento, os antigos encontraram na mente ruidosa um obstáculo e um véu para o acesso às manifestações mais sutis da consciência. Buscando mecanismos que possibilitassem a parada dos pensamentos para vislumbrar o que havia além deles, encontraram a meditação.

(Continua na semana que vem)


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Uma dica muito bacana é aprender a gerir o nosso tempo

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O-amanhã-1024x1024 Uma dica muito bacana é aprender a gerir o nosso tempo

Acredito que já nascemos predispostos para não pensar na Morte, pois lembrá-la recorrentemente pode ser muito frustrante.

Imagine trabalhar, batalhar para conquistar uma vida superlegal, e no finzinho da vida, perder tudo que conquistamos. Então é melhor focar no que queremos, não é verdade?

Por outro lado, esta predisposição tem um efeito colateral indesejável: achar que temos tempo para desperdiçar, quando na verdade, cada segundo que passa, jamais será recuperado.

– Mas quem sabe não podemos mudar a atitude mental?

– Que tal lembrar que um dia vamos morrer e fazer de cada momento, uma experiência única, valorosa, preciosa e poderosa?

E para nos ajudar a transformar nosso mindset sobre o tempo e a vida, uma dica muito bacana é aprender a gerir o nosso tempo, como por exemplo, um curso de gestão da agenda.

“A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro” – John Lenon


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Meditação, o ócio contemplativo – 3a parte: Sacralizada insatisfação

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Insatisfação Meditação, o ócio contemplativo - 3a parte: Sacralizada insatisfação

Contraditórios, criativos, apaixonados, desesperados, egoístas, poéticos, arrogantes, impiedosos, delirantes, amorosos e, principalmente, confusos: assim somos nós, a espécie humana.

Transformamo-nos em quase deuses, mas alguma coisa não funciona. Não conseguimos desfrutar a felicidade. Buscamos incessantemente por ela na promoção e reconhecimento profissional, no status social, na paixão, na fé, nos músculos bem delineados da nossa juventude, numa mesa farta, num conhaque envelhecido, nos paraísos artificiais, no futuro assegurado para os nossos filhos, no bilhete da loteria.

E, ainda que conquistemos todas estas coisas, não estamos felizes, pois agora sofreremos para manter todas essas conquistas. E, mesmo que consigamos assegurá-las, não estaremos satisfeitos: vamos morrer um dia, e perderemos tudo.

Estes questionamentos não são novos. Caminham com a humanidade desde que ela se diferenciou das outras espécies por adquirir consciência (segundo o Dicionário Aurélio: atributo altamente desenvolvido no ser humano e que consiste na faculdade de estabelecer julgamentos morais dos atos realizados, conhecimento imediato de sua própria atividade psíquica).

Pois é essa consciência de si toda a nossa glória e o nosso jugo. Nenhum cachorro ou gato, ou macaco, sofre por antecedência como nós o fazemos, diante da morte. Nem mesmo tem consciência de que um dia morrerá. Nenhuma outra espécie sofre por remorso ao matar. Ou, diante da fêmea no cio, escolherá não copular. Os outros seres não têm poder de escolha, de julgamento, de certo ou errado. Nenhum júri de hienas irá condenar um leão à morte por ter destroçado um gnu.

Sofremos porque, uma série de coincidências evolutivas levou a nossa espécie adquiriu consciência. Podemos mesmo dizer que somos uma aberração da natureza. Padecemos porque já não podemos manifestar toda a nossa instintividade animal sem culpa e, embora vislumbremos todo o potencial de uma consciência plenamente clarificada e desenvolvida, esta mesma instintividade não nos permite atingir os níveis mais sutis e refinados.

 

(Continua na semana que vem)


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MEDITAÇÃO O ÓCIO CONTEMPLATIVO – 2a parte: Frustração

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Solidão-1024x768 MEDITAÇÃO O ÓCIO CONTEMPLATIVO - 2a parte: Frustração

(Continuação)

Porém, alguma coisa deu errado. Cunhamos material e idealmente uma civilização sofisticadíssima, fruto da nossa incrível habilidade inventiva, capaz de reproduzir o paraíso e, daqui a uns poucos pares de anos, a imortalidade biológica e, no entanto, toda esta sofisticação não produz paz, compaixão, tolerância, amor ou felicidade.

Numa residência qualquer do sul do mundo, temos uma sofisticada televisão digital, o DVD, confortável mobiliário confeccionado numa textura e densidade para nos dar a sensação de estarmos sentados ao lado direito do Criador, aromas refinados extraídos da comidinha saída do micro-ondas, e nossos filhos saudáveis, nutridos e educados comunicam-se com o mundo pela Internet num smartphone. Enquanto isso, o dono da casa vê, no jornal do dia, as fotos premiadas do ano: a primeira é a de um pai africano segurando um filho nos braços, morrendo de AIDS, e a outra foto ganhadora é de uma mulher síria consolando uma outra, que chora desesperada diante da morte dos seus entes amados.

Em algum shopping, uma mulher apressada, depois de almoçar, ao invés de distribuir os restos do seu banquete no lixo seletivo, rapidamente despeja os resíduos no lixo único, pois tem pressa, muita pressa. Não tem tempo para fazer seu pequeno gesto diário de amor e apreço pela sua grande mãe: a Terra.

Em nenhuma outra época morreu-se tanto do coração. Nunca se matou tão gratuitamente. Não houve antes tanta abundância alimentar e, no entanto, milhões morrendo de fome. São tantas as espécies desaparecendo nestes nossos tempos… E, apesar de haver centenas de religiões, jamais antes tantos se sentiram tão sem fé.

Aquele senhor, que lê o jornal e partilha sua existência há muitos anos com sua parceira, já não tira mais os olhos das notícias para ouvi-la, e nem ela acha que merece atenção. São dois estranhos, partilhando uma vida sem sonhos em comum, com pouco tesão e muita conta para pagar.

Nunca tantos estiveram tão sós. Essa solidão é facilmente identificável aos domingos, ao crepúsculo, quando uma estranha melancolia se apossa de todos. A cidade guarda seus milhares de isolados habitantes em pequenos apartamentos e, silenciosa, faz ressoar o programa clássico das famílias. Nada mais deprimente, solitário e vazio.

(Continua na semana que vem)


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NASCEU O NOSSO NOVO FILHOTE!

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Foto-Jojó-com-livro-738x1024 NASCEU O NOSSO NOVO FILHOTE!

O livro “Mistura Fina” chegou. Duzentas páginas de pura diversão, aprendizado, arte, reflexão e emoção.
Muito orgulho!
 
Tamanho 28 x 22 cm, todo colorido, com ilustrações inéditas. Cada página, uma experiência nova.
 
Vem embalado em caixa personalizada e é perfeitinho como presente de Natal.
 
Acesse e peça o seu. Vou adorar autografá-lo para você.
 
http://misturafinalivro.com/

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ROTEIRO DE PALESTRAS É CINEMA!: 14a dica para quem quer ministrar palestras matadoras.

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Cinema-Menor-1-1024x682 ROTEIRO DE PALESTRAS É CINEMA!: 14a dica para quem quer ministrar palestras matadoras.

Tempo de leitura: menos de 1 minuto.

Um grande diretor de cinema uma vez fez a seguinte declaração: um bom filme é sempre feito de uma ótima história ou roteiro, depois um bom diretor e finalmente bons atores.

Se você tiver grandes atores com uma história apenas razoável, um diretor pode salvar, em parte, o filme. Mas se você tiver uma ótima história e um bom diretor, mesmo com atores medianos, você consegue fazer um grande filme.

Esta mesma premissa vale também na construção de um roteiro de palestra. Precisamos sempre levar em conta quatro tópicos para elaboração de um bom roteiro:

  • Objetivo: Quando não sabemos o que se queremos não saberemos o que fazer. Tenha muito claramente o seu objetivo com a sua apresentação.
    – Qual é a meta da palestra? Qual o seu objetivo e o que você pretende alcançar com a sua apresentação? Não deve haver dúvidas sobre isto.
  • Conteúdo: uma vez que você obtenha o seu objetivo, é hora de incluir elementos que expressem claramente este objetivo, através de uma combinação de boa informação aliada a sua comunicação assertiva.
  • Emoção: é fundamental que tenha sempre um pouco de emoção, pois nosso cérebro é prioritariamente límbico, ou seja, alimenta-se de emoções. Isso vale inclusive para palestras técnicas, mantendo a sua plateia interessada.
  • Entretenimento: E o outro aspecto que pode e deve ser utilizado é o de promover algum tipo de interação com seu público: sorteio de brindes, pergunta, canto, dança ou outros artifícios que sejam confortáveis para você. Manterá o público entretido e interessado

(Continua na próxima semana)

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MEDITAÇÃO: O ÓCIO CONTEMPLATIVO – PARTE 1 – GENIALIDADE

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Genialidade-Menor-300x165 MEDITAÇÃO: O ÓCIO CONTEMPLATIVO - PARTE 1 - GENIALIDADE

Genialidade

Compulsiva, a mente, por seu tráfego incessante e ruidoso, não nos permite ver além dela, da mesma forma que não podemos ver a areia do mar sob nossos pés, quando as águas estão muito mexidas.

A terra existe há 4 bilhões e meio de anos; desses, os nossos ancestrais mais remotos começaram a povoá-la há “somente” 4 milhões de anos. É bem pouco tempo, se mensurarmos o período total da vida do planeta. O Homo Sapiens habita o mundo há menos de duzentos mil anos. Neste curto espaço temporal, saltamos de apenas mais uma espécie, nem tão bem equipada fisicamente para a competitiva luta pela sobrevivência na natureza, ao topo da cadeia alimentar, devido aos nossos extraordinários atributos cognitivos. Somos temidos por todas as outras espécies e não tememos ninguém, apenas a nós mesmos.

O nosso impressionante poder adaptativo, adicionado a uma inventividade sem limites, não só geraram um mundo sofisticado, de confortos e comodidades, como também a capacidade de viver em lugares inóspitos, desde os 50ºC negativos da Antártica aos 50ºC positivos do Saara, e realizar um pequeno salto para o homem, mas grande para a Humanidade, como ir à Lua.

Estamos tão acostumados com a tecnologia que não percebemos os verdadeiros milagres gerados diariamente. Só para exemplificar, imagine um grupo de macacos reunidos para montar um simples rádio de pilhas. Lendo e relacionando as peças e, depois, fazendo-o funcionar. Não conseguimos conceber que aqueles bichos peludos, de testa achatada e mãos parecendo pés e vice-versa, seriam capazes de tal feito. Não são, mesmo. E notem que a diferença entre nós e um chimpanzé é de apenas um cromossomo!

Outro exemplo é a genialidade da criação da 9ª sinfonia de Beethoven. Ela é ainda mais extraordinária porque quem a criou estava surdo. Ou o refinamento da teoria da relatividade, hoje, nem tão teórica assim. É um luxo! Nosso talento quase nos suplanta. Às vezes, podemos imaginar seres extraterrestres observando os frutos da nossa criatividade, com uma expressão (seja qual for a cara que eles tenham) de espanto. Teriam de aceitar que simples mamíferos, impregnados ainda de tanta instintividade (embora tentemos mantê-la guardada numa caixa, isto é, numa cueca), pelados, com apenas alguns tufos de cabelos no alto da cabeça, embaixo dos braços e na região pubiana, foram capazes de criar algo tão refinado como o cinema, a poesia, a música, o existencialismo e a espiritualidade.

(Continua na próxima semana)


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OS MAIORES DESAFIOS NA MUDANÇA DO MINDSET: DÉCIMA PARTE PESSOAS INSPIRADORAS & NEURÔNIOS ESPELHOS

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NEURONIO-1024x677 OS MAIORES DESAFIOS NA MUDANÇA DO MINDSET: DÉCIMA PARTE  PESSOAS INSPIRADORAS  & NEURÔNIOS ESPELHOS

Nós somos um animal que evoluiu através da imitação. Quando buscamos aceitação, inconscientemente, reproduzimos a expressão corporal, vestimentas, linguagem características de um determinado grupo ou pessoa.

A neurociência revelou que nosso cérebro tem um neurônio especializado em imitação: o charmosíssimo neurônio-espelho, que é ativado quando observamos e consideramos vantajoso repetir o mesmo ato de outra pessoa.

O nosso neurônio-espelho, imita o comportamento de outro como se estivesse ele próprio a realizar essa ação.

Imitar e fundamental, por exemplo, para o aprendizado da linguagem.

Este comportamento acontece o tempo todo e é influenciado pelo meio externo, e principalmente, pelos indivíduos em nosso entorno.

Nosso mindset fixo buscará reforçar laços com pessoas que apoiem as crenças seguras, estabelecidas, confortáveis. Deste modo, é necessário ficarmos atentos para avaliar qual o perfil daqueles com que mais conviemos e o quanto eles nos auxiliam ou sabotam na nossa proposta de modificação de mindset.

Assim, há uma pergunta que precisamos fazer, incessantemente:

– Quem estou imitando?

E responde-la com sinceridade e atitude mental aberta para, progressivamente, mudar de tribo quando nosso grupo de convivência não é um aliado no nosso desenvolvimento pessoal.

#derosemethod #DeRose#deroselifestyle #jorismarengo#jojomarengo #derosefloripa#lifestyle #metododerosefloripa#mindset #relationship # oratória #palestrante #palestra

3D illustration of Interconnected neurons with electrical pulses.


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NUNCA CUMPRA APENAS O PROMETIDO!: 13a dica para quem quer ministrar palestras matadoras.

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Palestrante-2-Menor NUNCA CUMPRA APENAS O PROMETIDO!: 13a dica para quem quer ministrar palestras matadoras.

Tempo de leitura: menos de 1 minuto.

Como tudo na vida, existe o que está escrito e o que não está combinado. Na sua apresentação vale o que está nos slides e que deve entregar à empresa contratante, o conteúdo que ela pediu.

Mas jamais cumpra apenas o prometido. Crie e planeje cenários que vão muito além do programado, encantando plateia e empresa.

Abaixo vão algumas questões que, quando respondidas, promovem arrebatamento e fidelização:

  • Uma apresentação não deve ser vista como um fim, mas como um meio – ou seja, ela deve promover indagação, reflexão na plateia, porém, de maneira didática e divertida.
  • Qual a finalidade da apresentação? – pensar além do tema e da solicitação da contratante é uma estratégia para uma palestra que entrega mais do que o garantido. Isto é encantar o cliente-empresa.
  • O que você deseja que o seu público pense, sinta e reflita? – monte sua palestra para que tenha momentos-terremotos, ou seja, faça o público tremer, reter a respiração.

 

Visite www. palestrantenota1000.com e agende o seu curso personalizado.

Speaker at Business Conference and Presentation. Audience at the conference hall.


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